Ciranda À Deriva


Mais uma ciranda editada no Minas Além das Gerais!!!

Agradeço aos poetas que participaram dessa ciranda,
escrevendo com muito carinho sobre o tema.

Um carinho especial a poeta Ciducha que com seu poema
À Deriva deu inicio a essa maravilhosa ciranda e a poeta
Rivkahen que enfeitou com sua arte.

PARABÉNS POETAS!!!

No final da página, retirem o Selo de Participação.

Meu Carinho!!!
Maria Marta Cardoso

 

À Deriva...
Ciducha

Solitária, navego numa rota
escura, imponderável..
não totalmente perdida,
mas desgarrada de razões,
motivos, alentos!
Navego alheia de luz ...e sons!
Apenas navego.....e, certamente,
não vou a lugar nenhum;
Não busco porto ou rota,
mercê apenas das emoções!
À deriva
numa total escuridão...


procuro você, inutilmente!

À Deriva...
Naidaterra

Solitária, não consigo definir
o que sinto e, me vejo num vazio
sombrio, frio... agoniante...
Só ouço meus próprios ecos,
num imenso e profundo silêncio...
Devaneio perdida, ilusões perdidas
diluídas num espaço sem fim...
Ah, se eu pudesse tê-lo em meus braços
novamente... não posso... que desespero!
À deriva, triste e só, sobrevivendo
da tua imagem entalhada no meu
saudoso coração...

À Deriva...
rivkahcohen

Se tivesse atracado,
e as amarras reforçado,
não estaria sozinha!
Fui tentar
em minha vida o dividir,
mas se não dá para existir
o vir e te deixar!

Para resumir,
chorei um mar
e agora à deriva,
não consigo sair daqui,
nem consigo chegar.

À Deriva...
Luiz Gonzaga Bezerra

Na orla da vida
Vou navegando
Nas águas vivas
Cantando seu nome
De mulher querida.

Navega nas madrugadas
Sob a luz do céu estrelado
Sigo sua sombra na alva
Que vem na alvorada
Matar minha saudade...

Navegando lentamente no mar
Minha alma nas águas deriva
Perdida nas imagens que faço
Dos beijos que roubei -te amada
Nas noite de amor em teus braços.

À Deriva...
Muriel Elisa Távora Niess Pokk

Meu comandante
Me pega no colo
Leva-me para teu navio
Dispensa a tripulação
Deixe a embarcação
Singrar a deriva
Pelos altos mares
Olha-me nos olhos
Toma-me em teus braços
Beija-me com
Paixão e ardor
Faça da proa
Nosso ninho de amor
Sob o céu azul
Faz-me tua.

 

À Deriva...
Humberto Rodrigues N
eto

Ah... meu amor, se um dia me fosse dado
riscar desta existência as amarguras,
eu te daria a paixão que hoje procuras,
sem nunca teres noutro um dia encontrado!

Abraços, beijos e outras mil venturas
mescladas de carinho e de pecado,
desfrutaríamos ambos, lado a lado,
livres da farsa de enganosas juras!

Ah... quanto, meu amor, quanto eu quisera
soltar ao vento as velas da galera
deste viver tão solitário e torto;

vencer um mar de escolhos e sargaços,
fazer do ancoradouro dos teus braços
o meu tranquilo e ambicionado porto!


 

À Deriva...
Gildina Roriz

... sozinha neste barco,
sinto no rosto respingos...
Gotas benditas !
Graças celestes
adentram minh'alma,
sulcada pela dor.
Qual terra ressequida
a espera da chuva,
pobre alma carente,
por Deus visitada,
se abre ao amor!
Reza :
Preenche-me Senhor...
Preenche-me Senhor!
... Pela fé vivificada,
forte e audaz,
não mais à deriva,
minh'alma feliz,
por tudo que faz
a vida bendiz.
Esquece o passado,
abençoa o presente,
e o que está por vir.
Repleta de amor,
vislumbra o caminho
que deve seguir .

Á Deriva...
Maria da Gloria da Paixão Lazaroni

Não sei se podia chegar,
Na verdade ,estava à deriva.
Neste dia de algum sol de inverno,pouco calor.
É verdade,estava,e acho mesmo que, à algum tempo,
Eu me encontro à deriva.
Como um barco sem controle,sem leme,
Gostando de ficar assim,
Ao teu lado,
Saboreando a paz,
Da consciência tranquila,
Meu doce amor!

Á Deriva ...
Maria Thereza Neves

do amor , estado exótico,
semelhante a agonia,
uma vez sentido,suportado
sempre perseguido
pela lembrança ,
pela amargura da saudade,
do paraíso perdido.

Quantas vezes o mundo poderá explodir
apos o tumultuoso esplendor ?
Quem poderia aplaudir os fogos de artifícios
e os amores de subúrbio?

04/08/2011

À Deriva...
Mifori

Sonhei que estava à deriva.
desacordado em um barco, sozinho.
Gritei para você: amor, viva!
Vem, vem trazer-me seu carinho.

O barco desgovernado
navegava na correnteza.
De repente ficou encalhado,
destruído, sem nenhuma beleza.

Chorando, eu acordei...
Percebi: quem estava à deriva
era eu... E não você.

À Deriva...
Maria Marta Cardoso

Navego solitária nos mares da vida.
Perdida nas imagens do que foi vivido.
Navego sem emoção, sem rumo, sem rota.

Só um grande vazio a minha volta.
Ilusão perdida...
Sem entender a reviravolta e tentando conter a revolta.

Sigo à deriva desse amor sem medida
Que me fez perdida e desiludida
À deriva desse meu viver sem sentido.


 

À Deriva...
Odir Milanez

Onde irei aportar o meu veleiro
de porões povoados de esperanças,
se nas barras barrentas das lembranças
há calaus encalhando o timoneiro?
Onde aportar meu barco viandeiro,
se não há mais espaços de bonanças
nos portos apartados por mudanças
das viradas do vento, em mar calmeiro?
Onde um cais acostável, flutuante,
em que possa parar, nalgum instante,
o saveiro à deriva, de onde estou
contando o tempo de seguir avante,
mesmo sabendo, como tripulante,
que o tempo de meu tempo se acabou?...
JPessoa/PB
oklima

À Deriva...
Maria Tomasia

À deriva, singro o bravio mar...
sozinha, apenas com a minha dor.
Onde estou? Não conheço o lugar,
só sei que sinto muito frio interior.

Estou saudosa dos teus abraços
que, com zelo, arrefecem esse frio
e sempre aliviam os meus cansaços
- minha alma padece com esse arrepio.

Deixaste-me neste barco sombrio;
já não consigo manter o timão.
Ondas revoltas invadem o navio,
temo, nunca mais, calcar o chão.

Tu estás distante, e essa dor latente
dá-me desespero pela tua ausência.
Ventos fustigantes causam-me dolência,
peço ao céu que me seja clemente.

À Deriva...
Ruth Neves

Preciso parar de olhar espelhos,e querer ver reflexos.
A alma não tem imagem,e ninguém é igual.
Uma vez perdida... nunca mais será encontrada.
Eu amo é sólido...
e de repente a solidez da essência flui...
e chega ao vento, não encontra onde se fixar...
fica perdida, a deriva.
Não falarei mais... e não esperarei...
os sons das palavras podem alterar o sentido,
ao invés de gerar felicidade, podem trazer somente desventuras.
Eu quero paz em minha alma, mesmo que o corpo se agite,
se angustie em procuras.
A janela aberta... fechei.
Os meus guardados... escondi.
Os olhos que fitam de longe...
não serão mais cativos... soltei...os sentimentos... reprimi.
A gaveta aberta mostrava tudo, até o fundo.
Tratei de fechar e coloquei cadeado.
A chave... escondi, até de mim mesma...
para não incorrer no erro.
Não vale a pena mostrar para ninguém.
Não entendem, não querem realmente ver...
e nada posso fazer... a não ser eu mesma entender,
e não criar ilusões.
Você partiu... e eu entendi que tudo acabou.
Aquele encontro de dois corações...
infelizmente ou não... ainda não sei... nunca existiu...
e do sonho... minha alma acordou.
Revi conceitos e entendi... a janela pode ficar aberta,
todos irão ver... mas, quando eu for abrir a porta...
só o correto que poderá entrar e deixar-se conhecer.
 

À Deriva...
Maria de Fátima Delfina de Moraes

Perdida no imenso espaço
deste mar que é minha vida,
em devaneio ou delírio
anseio por um abraço.
O corpo tão fustigado
pelo tempo, o cansaço,
amargura e solidão,
hoje vive à deriva,
espera nova paixão.

À Deriva...
Ary Franco

Por este mundo afora,
caminho sem destino, à deriva, procurando
alguém que se interesse em me ouvir,
saber de meus quereres,
mitigar meu sofrer,
dirimir minhas dúvidas,
aquecer meu coração,
e me amar perenemente...

Onde e como encontrar essa mulher?
Que reúna todos esses quesitos,
e que venha a me completar
nessa busca incessante de meu ser...

Posso estar nesse exato momento,
amando-a sem conhecê-la,
desconhecendo sua real existência?
Quantas perguntas, não respondidas,
quanta procura, sem nenhum achado...

Continuo meu caminho desnorteado,
à deriva, sem saber aonde ir,
mas acreditando que um dia
ela irá aparecer diante de mim,
reavivando a chama tremeluzente,
que ainda arde em meu
peito quente.

À Deriva...
Ervin Figueiredo

O céu apagou-se a muito tempo,
E não há estrelas para me guiar...
Icei velas mesmo sem ter vento
Mas meu barco não sai do lugar...

Avisto uma tormenta chegando
Que me pode fazer soçobrar
Se eu não continuar navegando,
E não quero outra vez naufragar.

As mãos deslizam em meu rosto
No temor do que possa haver...
Na boca segue um amargo gosto,
E meu corpo começa a tremer.

Vou perdido em solitário oceano,
Buscando poder achar um farol,
Que me dê direção, outro plano,
Acendendo o dia em novo arrebol.

À Deriva...
Rita Rocha

Deixei tudo que não mais queria
Tomando uma rota por mim ignorada
Desatei os nós que àquela vida me prendiam
Não parti sozinha, fui dos sonhos acompanhada.
Estes, mal vividos até então, me deram forças
Pra tomar tal decisão. Sem destino, à esmo
Compromisso apenas com meu coração
Singrei mares revoltos, fiquei à deriva
Mas deixei o meu porto de triste solidão.
Velejei por muitos mares, o céu era meu espelho
Sempre em busca de novas praias, novos horizontes
novos ares, buscando o meu eu, constante
mesmo à deriva, não tive medo nenhum instante.
A brisa leve, os meus cabelos acariciava.
Às vezes um vento forte, nem me apavorava.
Mesmo à deriva, vivi toda beleza desta aventura
A cada cena que eu apreciava era uma pintura.


 

À Deriva...
Zenaide Giovinazzo

Assim, à deriva, arrisco,
navego vida a fora,
triste pelo desalento...
Não pela ausência
ou pela decepção,
mas, pela falta de amor
que invade minha alma
e seu tolo coração!...

À Deriva...
Sandra Galante

Sou um barco à deriva
No mar da minha vida
As ondas vão me levando
E o tempo vai passando...
Sinto que irei naufragar
O vento me leva ligeiro
Por ondas revoltas e marolas
Ah, como dói meu coração!
Soltarei a âncora da ilusão
Sou um barco sem porto,
Uma alma em desalento,
Simplesmente parada no tempo...

À Deriva...
Wilton Almeida Reis

Vem minha querida,
Mulher do meu amor,
Vamos curtir a vida
Com todo o seu sabor.

A vida é bela e gostosa...
Olvidemos os seus reveses.
Você é uma linda árvore frondosa
De uma estação que dura meses.

Eu sou o seu eterno dependente
Preciso no seu colo me aninhar,
Pois sem amor fico muito carente
Só o seu amor pode me acalmar.

Sou um barco singrando os mares
Que na tormenta sempre se esquiva,
Se eu ficar sem os seus lindos olhares,
Aí eu me perco. Meu coração fica à Deriva.

À Deriva...
Marcial Salaverry

O mar tem mistérios insondáveis,
esconde segredos incontáveis...
Às suas ondas, segredos confiamos,
muitas vezes nelas depositamos
nossos desejos... nossas oferendas...
queremos com essas prendas,
ver desejos realizados...
O sol, nascendo ou se pondo,
parece as ondas incendiar,
espetáculo para sempre se admirar...
Queremos sempre amar o mar...
devemos seus segredos desvendar,
ou a ele os nossos entregar...
O amor não se perde no mar,
quando estamos a amar,
as ondas não deixarão o amor fugir,
nem sequer se diluir...
Aquela sereia que nos encanta e fascina,
e nosso juízo desatina,
seu canto, meu encanto,
quando ela canta, seduz e encanta...
E nesse encantamento,
saio do meu canto,
e mergulho no tormento
para o onde o mar me levará,
talvez fora do rumo,
perdendo o prumo...
Para não ficar à deriva,
manter a mão no leme viva,
e a atenção bem ativa,
para não nos perdermos,
e em porto seguro descermos...

À Deriva...
Ilze Soares

Como um barco sem timoneiro,
vagando à deriva,
assim sigo no oceano da vida...
Tenho esperança no coração
e na mente algumas ilusões...
Não traço rota nem direção,
deixo apenas me levar...
Exponho emoções,
de alegria ou sofrimento
e vibro com qualquer lugar
ou pessoa que saiba me encantar.
Mesmo à deriva, sei a vida aproveitar

À Deriva...
Isabel Passos

O Amor existe, sim, e é triste saber
que não posso ter-te, assim, pertinho de mim...
Então, meu coração, doendo de paixão,
vai vivendo, sonhando,
ora em vigília, ora acordado,
que estás a meu lado, vagando... à deriva...

Durante o dia passeamos
em jardins paradisíacos, por entre as flores,
de deliciosos odores que inebriam;
Ao anoitecer, voamos pelo firmamento...
Nesse momento, já em torpor
para algo que não seja o amor,
sempre renovado em nossos corações,
sempre florindo, cada vez mais lindo!...

À Deriva...
Antonia Nery Vanti (Vyrena)

Sou barco à deriva,
resvalando
pelas águas revoltas da vida.
Se um dia te encontro,
no outro te perco
nos labirintos por onde navego.

Perdida, levo em meu bojo
sonhos desfeitos,
saudades intensas
do que se foi para não mais voltar

Á Deriva...
JANINHAMELL

Hoje aqui olhando este mar imenso
Só vejo meu coração à deriva a procurar
Navegando dia e noite sem destino
Um porto seguro querendo encontrar

Neste mar de ilusões que me transformou
Me sinto só, cansada e ferida
Relembro a forma como já andei
E os amores que tive nesta vida

Enredada entre flexas malignas
Minha formosura de nada adiantando
Penso que inútil foi tudo o que tive
E como não vi que estava naufragando

Até relembro o perfume de rosas
Que sempre sentia nos difíceis momentos
E que para vencer as batalhas mais duras
Passava por cima de meus sentimentos

Como penso em você a meu lado
Quando meus lábios rosados beijou
Foste o vento a soprar minha vela,
Foste vela que meu barco velejou

Foste a casa que abrigou minha alma
Era a alma que meu corpo envolveu
Agora tenho que sozinha cruzar este mar
E aceitar que nunca mais serás meu

Neste mar que há em minha frente
Sinto apenas um coração moribundo
Como um barco á deriva perdido
Com medo de ser tragado pelo mar profundo

À Deriva...
José Ernesto Ferraresso

Cabisbaixo, caminho pela calçada
sem direção ...
faróis... buzinas... sons estranhos...
ouço apenas o que não quero ouvir...
Estou confuso... deliro-me
com esses carros e transeuntes
de um lado para outro nas pistas
que não conduzem nenhum lugar.
Agora ...Estou perdido,
só ouço o som de meus passos,
ando por ruas desertas...reclames de néon...
bares fechados ... me sinto à deriva...
Vou à procura de alguém para conversar,
que me compreenda, e não consigo imaginar
onde esse caminho vai me levar.
É solidão o que sinto... Não sei ...
Ilusão...muito menos ...
Sou da noite a sonhar e divagar.

Serra Negra

DERIV...ÂNSIAS
Luiz Poeta

À deriva do que pense a razão,
O amor é como um barco distraído
Em singrar, ao vento livre da emoção,
A ilusão de um coração enfraquecido.

No embalo das correntes passionais,
O que faz um sentimento flutuar
É o sonho colorido que desfaz
A iminência de um adeus em cada olhar.

É assim a solidão, só a saudade
É capaz de recriar a liberdade
De um amor solto ao sabor de cada vento...

Porque quando ele repinta antigas telas,
As lembranças solidárias içam velas
E mergulham livres... pelo pensamento.


Luiz Gilberto de Barros –
às 18 h e 47 min do dia 14 de agosto de 2011
Rio de Janeiro

Nosso lazer à deriva!
Luiza Benício

Saímos felizes da vida /: O mar tão calmo!
Nenhum perigo à vista!
Mas numa pedra, furou-se...e, de repente começou a sair o ar e começou a secar!
Estávamos à deriva e não havia para quem apelar!
Eu não sei nadar e tu sem mostrar desânimo...
e eu sentindo insegurança e sem ver ninguém que nos pudesse salvar!....
Quando apareceu o Catamarã e começamos a gritar chamando o guia que é nosso conhecido
(o Zé Maria.! Ele notou que estávamos
em perigo e se aproximou ... salvou-nos.!


 

À Deriva
MOR

Foi um sonho tenebroso
Quando me vi a deriva.
Vagando entre os astros
Deste grande etéreo.

O brilho de todos os astros
Vagando naquele universo.
Deixando os seus rastros
O que relato nestes versos.

Era uma grande nave
Numa magistral visão.
Cadeira giratória sem trave
Do sonho seria ilusão.

Pelas três Marias passar
O brilho daquelas estrelas.
O impacto a evitar
Acordei no amanhecer do dia.

São José/SC 14 de agosto de 2.011.


 

À Deriva...
Nídia Vargas Potsch

Seguindo marolas intrincadas
rumo ao mariolar do teu coração,
fiquei à espera do voltear do leme
para aportar num destino seguro...

Mas o silencio dos teus devaneios,
com certeza, à procura de prosaica sedução,
tragou as velas das lamentações,
á deriva virou espuma e foi-se nas brumas,
um pequenino barco, chamado ilusão...

@Mensageir@
Rio, 14/08/2011

À Deriva...
*NYL GAR*

Nunca me senti assim.... sem rumo!
Indo de um lado para o outro,
sem saber aonde ir... nem porque ir!

Da caminhada retirada, sem ser questionada...
Excluída da vida, sem direito a nada.
Apenas à margem... fui jogada!

Quero fugir daqui.... é o grito que quer sair!
Correr de mim.... esquecer...
Mas a vontade é imensa.... voltar a viver!

Tudo posso receber, nesta minha vida errante.
Nada temo... necessidade única, aprender!
Não abandono meu barco!

Evoluir na viagem... estou ainda no leme...
A deriva no momento, mas só de passagem!!!!
O que me cabe agora, é a grande reciclagem...


15/08/2011
08:25 hs

À Deriva...
Nilza Stringhetta Rossi

Coloquei meus versos num barco
Meu barco nas águas do mar
À deriva navegar
Guardei meus segredos num navio
Meu navio nas ondas do mar
À deriva navegar
Construí uma jangada de vento
Meus tesouros resgatar
O mar calmo sussurrou
Nem pense em procurar
À deriva nas vagas vaguei
Vislumbres nas águas do mar

Botucatu SP Brasil

À Deriva...
by Penhah Castro

Ficamos à deriva da vida
sempre que nos abandonamos...
Quando queremos viver outras vidas
perdemos o leme da nossa náu...
Quando somos muito eficientes
muitos caem sobre a gente
e, sendo culpados ou inocentes
pagamos o preço com muita dor...
O melhor é cuidar da nossa vida
carregando com galhardia nossa cruz
para quando chegar na eternidade
termos vivido uma vida de verdade...

 

À Deriva...
Marinez Stringheta/Mara poeta

Barco sem Mar
À deriva foi me encontrar
Alma vagando, noite estelar
Pensamentos te trazem
Pensamentos te levam
Redemoinho sem fim
Peças à imaginação...
Desatenta...
Sedenta...
Solitária...
Em meio à tormenta!

À Deriva...
Maria Olga de Oliveira Lima

Estou à deriva
Deriva de tudo
Perdi-me no mundo
Não mais sinto a vida.

Da flor,
Restou-me o espinho.
Do caminho,
Nem ao menos o atalho.

No mar, me atrapalho.
E quanto padeço!
De ti não esqueço.

Meu barco à deriva
Desconhece a ida
Não sabe voltar
Tampouco remar.

Agora sem rota
Esqueceu também
Como fazer
Pra de novo...
AMAR!!!

À Deriva...
Maria José Zovico (Zezé)

Vida escura... nau sem perdida...
Sou como um barco à deriva
Desde a tua triste partida,
O coração é chaga viva!...

Não encontro porto seguro,
Onde possa descansar
Num presente sem futuro,
Sem sentido caminhar...

Sigo à margem da vida
Na sombra a procura de luz
Pela ventura esquecida,
Só a tristeza me faz juz!

Como a folha seca, em dor,
Que cai no lago, à deriva...
Também, perdi meu amor,
Da saudade sou cativa!...


 

À Deriva...
Beki Bassan

Sempre que a solidão bate
e não queremos enfrentá-la,
logo dizemos que estamos à deriva,
pois o que sonhamos está difícil de retornar.
Mas não devemos nos abater,
mas lutar para que o barco encontre
o caminho certo para nos levar.
Afinal é só manter o controle do leme
e retornar a razão.
Assim certamente teremos a paz
e a tranquilidade para retornar,
ao mundo e recuperamos a felicidade.


 

À Deriva...
Jas

Me perguntaram:
Você está só?
Respondi que sim.
Está disponível,
Não!!!.
Como alguém, pode estar só e não estar disponível?
Está à deriva?
Questionou-me a paqueradora!

A resposta é simples disse-lhe:
Estou fisicamente disponível ,
mas minha alma está à deriva!

Mas porque ?
Porque estou à deriva
A procura de um novo amor!

Mas que amor é este que buscas?
Mas existe este amor?

Não sei se existe
Mas estou à procura dele
E sei estar vulnerável apenas a ele!
Por isto estou à deriva
Por não saber que amor é este!


 

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